São Thomas More e São João Batista: a obras de Deus “são verdade e são justiça”

Hoje é dia de São Tomas Morus, mártir inglês do século XVI, morto decapitado por se opor à vontade do rei inglês Henrique VIII, o pai humano da “Igreja Anglicana”. Na época, o rei queria que a Igreja de Cristo aprovasse religiosamente sua união com outra mulher que não era sua então esposa. O Papa, porém, permanecendo na verdade católica da indissolubilidade de um matrimônio válido, negou tal aprovação. Contrariado, Henrique decidiu se tornar o chefe da Igreja na Inglaterra, uma espécie de “novo papa”.  Para clérigos e leigos ingleses isto significou ter que escolher entre a Igreja do legítimo sucessor de Pedro ou a nova “igreja” do rei, sob pena de pagar com a própria vida, nesta ou na outra.

São Thomas More, que até então era amigo e chanceler do rei, decidiu pela verdadeira igreja de Cristo e, como São João Ficher, morreu pela verdadeira fé. A história dele lembra em parte a história de São João Batista, morto decapitado, e que falava publicamente do adultério do rei Herodes. Ontem e hoje, governantes adúlteros que não respeitam leis de Deus, homens virtuosos na defesa da lei de Deus quanto ao matrimônio, martírio por fidelidade à verdade contra o poder temporal do chefe político, verdadeira religião contra falsa religião, vontade humana contra a vontade de Deus.    

Se é assim, a autodenominada “Igreja anglicana” nasce da decisão de um homem movido por desejos do egoísmo, e enquanto tal é no máximo algo permitido por Deus, mas não visto por Ele como algo “muito bom”, como é dito das obras da criação, e como é dito no Salmo 110, “suas obras são verdade e são justiça, seus preceitos, todos eles, são estáveis, confirmados para sempre e pelos séculos, realizados na verdade e retidão.”

Os clérigos que ficaram com o rei, como Judas, foram pelo caminho da infidelidade à verdadeira Igreja de Cristo. Consequentemente, a dita igreja anglicana é falsa em partes importantes, e ela, por ser o que é diante da Mente divina onipotente, não tem a garantia dada por Cristo de permanecer até o fim do mundo, e portanto seu destino é perecer ao longo da história. Isto também vale para todas as falsas religiões e para as denominações ditas cristãs herdeiras do protestantismo. Pelos frutos conhecereis.

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