“Eis que, de todos os lados, se grita à humanidade: Ide, encontrareis o Vivo escondido por véus, guardado como alimento, nos Sacrários”

No salmo 70 é dito: “Vós me fizestes passar por numerosas e amargas tribulações para, de novo, me fazer viver e dos abismos da terra novamente me tirar. Aumentai minha grandeza, e de novo consolai-me”.

Deus é o Deus da vida e da felicidade. Para aqueles que trilham seus caminhos, Ele envia ou permite numerosas e amargas tribulações, para no final engrandece-los, vivificá-los e enchê-los de consolações e alegrias. Como ensina a Ressureição de Cristo, para os justos justificados pela virtude divina a palavra final, enquanto palavra divina onipotente, jamais é a morte, a tristeza e o opróbrio. Como é dito por Salomão, no livro da Sabedoria: “Contra a sabedoria o mal não prevalece”. 

Todo homem é vulnerável e impotente, e seus adversários possíveis destruidores. Sem o auxílio do Onipotente, abandonado a si mesmo, ele está destinado a perecer, a ser triturado pelos inimigos de seu ser desejante de felicidade. A Misericórdia Divina, do Deus essencialmente Amor, é o refúgio seguro, o abrigo tranquilo, o poderoso apoio.

Tudo passa por Deus, tudo depende de Deus, nada é sem Ele, nada acontece sem a permissão dele. Por isto, a salvação do homem carente e impotente está em um só nome: o verdadeiro Deus, o Cristo.

O sacerdote e místico católico Don Dolindo Ruotolo disse: “Deus não precisa do barulho, dos meios de propaganda, dos sinais de glória; Ele se revela na manjedoura, no banquete da vida, envolto nos “panos” do nosso Pão, guardado nas pequenas grutas dos Sacrários. Esta a sua manifestação de vida: a Eucaristia! Eis que, de todos os lados, se grita à humanidade: Ide, encontrareis o Vivo escondido por véus, guardado como alimento, nos Sacrários…Este grito será escutado… Notarão Sua presença, finalmente! Eis que o mundo já dissolve a sua riqueza na miséria…Aniquila sua glória na confusão… e sofre, sofre porque deve reencontrar finalmente o seu Deus!.”

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