Viva a Mãe de Deus e nossa, sem pecado concebida! Viva a Virgem Imaculada!

Os protestantes, ao não querer superestimar Maria, ao querer evitar uma suposta idolatria dos católicos para com Maria, acabam subestimando a Santa Mãe de Deus, o que significa falsidade e por esta razão não pode ter inspiração divina, já que inegavelmente Deus “não pode enganar-se nem enganar-nos”.

Deus é o único ser que não pode ser superestimado, supervalorizado, porque Deus é a plenitude do Ser, o Ser Supremo, o Máximo Ser, acima do qual nada há, o que torna sem sentido qualquer superestimação. Por outro lado, é possível subestimar Deus, considerando-o, em seu Valor, abaixo do que Ele realmente é. Isto acontece, por exemplo, na idolatria, na qual uma criatura é superestimada ao ser colocada no lugar de Deus, que assim é subestimado ao ser colocado abaixo dela.

Maria Santíssima, por ser criatura, pode ser superestimada, como seria no caso de ser colocada acima de Deus; e pode ser subestimada, como seria no caso de não ser reconhecida em seu valor, em importância, dada pelo próprio Criador. Assim, por exemplo, Deus quis que Maria fosse sua Mãe e assim o fez; e quis, em razão de sua maternidade divina, conceder-lhe inúmeros privilégios, que possuem um aspecto de merecimento em razão de sua humildade, do exercício virtuoso de sua vontade livre, que no caso significa conformar-se totalmente, em tudo e sempre, com a Vontade Divina.

Como ensinada a Sagrada Escritura, o arcanjo São Gabriel, que “assiste diante da Face de Deus”, saúda a Maria como aquela que é “cheia de Graça”; Santa Isabel, inspirada pelo Espírito Santo, diz “Bendita és tu entre as mulheres… Donde me vem esta honra de vir a mim a mãe de meu Senhor?”; e a própria Maria, com a Verdade encarnada habitando em seu ser puríssimo, diz de si mesma que “desde agora, me proclamarão bem-aventurada todas as gerações, porque realizou em mim maravilhas aquele que é poderoso e cujo nome é Santo”.   Nos três casos, Maria não é subestimada nem superestimada, mas reconhecida em seu ser conforme o Espírito da Verdade, a Sabedoria do Criador, e por isto são exemplos dado pelo próprio de como tratar a Santa Mãe do Verbo Encarnado, do homem-Deus, o Salvador.

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