
No livro do Apocalipse é dito: “O nome da estrela era “Absinto”. Assim, uma terça parte das águas transformou-se em absinto e muitos homens morreram por ter bebido dessas águas envenenadas” (Ap 8,11).
Em certo sentido, as palavras de falsos pastores que ensinam falsidades com a Sagrada Escritura são como água envenenada de “absinto”, de ilusão. Parece água mas seus efeitos não são os da água pura e purificante, da água viva que é o Espírito da Verdade, e sim os efeitos de ilusão, de alucinação do absinto, como verdade que foi misturada com a falsidade, porque é a palavra de Deus misturada com a heresia, com tolices mundanas ou ciladas diabólicas.
Para o caso desses falsos mestres, falsos pastores, que prejudicam as almas no caminha da salvação, vale aquilo que Cristo disse: “Toda árvore boa dá bons frutos; toda árvore má dá maus frutos. Uma árvore boa não pode dar maus frutos; nem uma árvore má, bons frutos. Toda árvore que não der bons frutos será cortada e lançada ao fogo. Pelos seus frutos os conhecereis. Nem todo aquele que me diz: Senhor, Senhor, entrará no Reino dos Céus, mas sim aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não pregamos nós em vosso nome, e não foi em vosso nome que expulsamos os demônios e fizemos muitos milagres? E, no entanto, eu lhes direi: Nunca vos conheci. Retirai-vos de mim, operários maus!”.” (Mt 7, 17-23)
