Carnaval: males e sofrimentos

No século passado, Santa Faustina, com suas experiências místicas, diz o seguinte sobre o carnaval de sua época:

– “Nos últimos dias do Carnaval, quando fazia a Hora Santa, vi Nosso Senhor no momento da flagelação. Oh, que suplício inconcebível! Como Jesus sofreu terrivelmente quando foi flagelado! Ó pobres pecadores, como será o vosso encontro no dia do Juízo com esse Jesus a quem agora assim tão cruelmente martirizais? O Seu Sangue corria pelo chão e, em alguns lugares, o corpo começou a desencarnar-se. E vi nas costas alguns dos Seus ossos despidos de carne… Jesus, silencioso gemia e suspirava”.  (Diário, nº 188)

– “Nestes dois últimos dias de carnaval, conheci um grande acúmulo de castigos e pecados. O Senhor deu-me a conhecer num instante os pecados do mundo inteiro cometidos nestes dias. Desfaleci de terror e, apesar de conhecer toda a profundeza da misericórdia divina, admirei-me que Deus permita que a humanidade exista” (Diário, nº 926).

– “Últimos dois dias de carnaval. Os meus sofrimentos físicos aumentaram. Procurei unir-me mais estreitamente com o Salvador, pedindo-Lhe misericórdia para o mundo todo, que enlouquece em sua maldade. Durante todo o dia senti a dor da coroa de espinhos. Quando fui me deitar, não podia encostar a cabeça no travesseiro, porém, às dez horas, desapareceram as dores e adormeci, sentindo contudo no dia seguinte um grande esgotamento”. (Diário, nº 1619)

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