
Espiritualidade sem verdade e religião sem razão são perversões, e enquanto tais não correspondem ao verdadeiro Deus, que é a Razão Suprema, a Verdade Eterna. São ídolos, aos quais se opõe a verdadeira profecia, e mitos, aos quais se opõe a verdadeira filosofia. São falsidades na religião, engodos do “pai da mentira”. O verdadeiro cristianismo, como verdadeira religião, repugna isto, porque é repugnado pelo Logos Divino, o Cristo-Verdade, Aquele que é o Caminho, que enquanto tal sempre exclui o que é falso.
Santa Edith Stein diz: “Um ente é perfeito quando é absolutamente o que deve ser, quando não lhe falta nada e quando alcançou o grau supremo de ser. Essa perfeição significa uma conformidade do ente com a ideia divina, que constitui seu arquétipo (ou seja, a verdade da essência) e, ao mesmo tempo, uma conformidade com a vontade divina (ou seja, a bondade da essência). O que é perfeito e verdadeiro, bom e belo”.
