“A Eucaristia é a suprema manifestação do amor de Jesus, depois dela nada há mais senão o Céu”

Santo Agostinho diz o seguinte sobre a Sagrada Eucaristia: “Sendo Deus onipotente, não pode dar mais; sendo sapientíssimo, não soube dar mais; e sendo riquíssimo, não teve mais o que dar”. O Deus da Eucaristia em sentido católico, enquanto Cristo-Eucarístico, presença real da Divindade e humanidade unidas no Deus-homem, corresponde à grandeza infinita do verdadeiro Deus. Nela Deus mostra de modo sublime, com a pedagogia insuperável do Divino Mestre, a Onipotência, a Sabedoria e a Bondade do Criador. Deus pede ao homem que se doe a ele sem reservas porque Ele mesmo se doa sem reservas e para que o homem receba tudo quanto pode receber.

Assim, pelo que há de visível e invisível, contemplar a Sagrada Eucaristia é vislumbrar a grandeza da Onipotência, da Sabedoria e da Bondade de Deus; e dela se alimentar devidamente é poder participar, na medida do possível, dessas realidades, e por isso comunhão, união. Neste sentido, quanto à presença de Cristo na Sagrada Eucaristia, no protestantismo não há verdade nem inteligência, e há negações importantes a respeito do verdadeiro Deus, em suas revelações e em seu caminho de salvação, portanto da verdadeira religião. São Pedro Julião Eymard diz: “A Eucaristia é a suprema manifestação do amor de Jesus, depois dela nada há mais senão o Céu. Contudo, quantos de nós, cristãos, ainda ignoramos a imensa grandeza do amor que está encerrado na Eucaristia.”

Na “Suma contra os gentios”, Santo Tomás de Aquino diz: “(…) como pertence ao sábio considerar principalmente o primeiro princípio e discorrer sobre os outros, pertence-lhe impugnar também o erro contrário. 5. É, pois, mui convenientemente declarado pela boca da Sabedoria o duplo oficio do sábio, no texto supra colocado [Minha boca publicará a verdade e meus lábios odeiam a impiedade” (Pr 8,7)]. Refere-se ele à verdade divina meditada, que por antonomásia é a verdade, quando diz: Minha boca publicará a verdade. Refere-se à impugnação do erro contrário à verdade, quando diz: Os meus lábios odeiam a impiedade. Está aqui designada a falsidade contrária à religião, pois esta também se chama de piedade. Daí a falsidade, que lhe é contrária, assumir para si o nome de impiedade”.

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