
Certamente, o verdadeiro Deus é providente e tudo está submetido à sua Providencia onipotente. Enquanto tal, Deus sempre age por um fim, e em tudo o motivo de sua vontade é sua Bondade. Simultânea à sua providência é sua Sabedoria, de modo que em tudo o que Ela faz há razão e importância.
Como está na Sagrada Escritura, através de Josué Deus disse ao então povo eleito certas coisas relevantes que lhes havia feito, como bens objetivos de sua divina generosidade, desde o tempo de seus primeiros pais. A este respeito, por exemplo, está escrito: “Eu vos dei uma terra que não lavrastes, cidades que não edificastes, e nelas habitais, vinhas e olivais que não plantastes, e comeis de seus frutos” (Js 24,13)
Deus encheu o povo hebreu de benefícios e dele esperava, como bondade devida, o reconhecimento de sua Majestade e Benevolência, ante a qual é virtude a gratidão, como nas palavras do Salmo 135: “Demos graças ao Senhor, porque ele é bom: Porque eterno é seu amor!”. A este respeito, como um ensinamento da verdadeira religião, São Maximiliano Kolbe diz: “Quem quer que sejas, qualquer coisa que possua ou possas fazer, tudo o recebes a cada instante das mãos da misericórdia de Deus. Gratidão”.
