
Cristo disse: “Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado” (Marcos 16,16).
A salvação é a vida eterna em Deus, o Sumo Bem, e a condenação é o inferno perpétuo, o sofrimento sem fim pela privação do mesmo Deus, que foi preterido pela alma condena ao preferir bens inferiores, no quais colocou a vontade e pelos quais pecou gravemente.
Pela necessidade da fé, como preceito divino, pela liberdade da fé, enquanto ato humano da criatura racional dotada de livre arbítrio, e pela obediência da fé, mostrada como viva e verdadeira pelas obras que seguem os mandamentos e os conselhos divinos para o bem e o melhor, ela está diretamente ligada à salvação e à perfeição.
Em sua Suma Teológica, Santo Tomás de Aquino diz: “A ciência não é causa do que fazemos, senão pela vontade; pois, não fazemos o que sabemos, sem querermos”.
