
Na Sagrada Escritura está escrito: “Naquela hora, 1 os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram: ‘Quem é o maior no Reino dos Céus?’ 2 Jesus chamou uma criança, colocou-a no meio deles 3 e disse: ‘Em verdade vos digo, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, não entrareis no Reino dos Céus. 4 Quem se faz pequeno como esta criança, esse é o maior no Reino dos Céus. 5 E quem recebe em meu nome uma criança como esta, é a mim que recebe. 10 Não desprezeis nenhum desses pequeninos, pois eu vos digo que os seus anjos nos céus veem sem cessar a face do meu Pai que está nos céus’.” (Mt 18,1-5.10)
Para entrar no Reino dos Céus, é necessário converter-se e tornar-se como criança. A criança remete à simplicidade confiante, à docilidade humilde e à pureza de intenção, em oposição às complicações da confiança em si mesmo, à insubmissão soberba e à impureza das más intenções. O caminho de entrada e de grandeza no Reino dos Céus é também um caminho de virtudes, algumas das quais as crianças simbolizam de certo modo. Neste sentido, a imagem não é a de um adulto infantilizado, mas, sim, a de um adulto virtuoso e, por isso mesmo, moralmente maduro.




