Todo ser possui uma razão de ser, que significa pelo menos duas coisas importantes: a razão de ser algo e não um puro nada e a razão de ser como é e não ser de outro modo. Um exemplo. Deus, por ser o ser que é, por sua eternidade, sem princípio nem fim, é oContinuar lendo “Deus sempre tem razão em suas razões”
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O império do Anticristo é o império infernal da idolatria (da falsidade)
Para Moisés Deus disse que seu nome é “Eu sou aquele que sou”. O demônio, em sua insana oposição a Deus, seu criador, diria com sua língua enganadora que “eu sou aquele que não sou”. Como é próprio de Deus a afirmação do ser como ele é, a Verdade, é próprio dos demônios e doContinuar lendo “O império do Anticristo é o império infernal da idolatria (da falsidade)”
O ceticismo sem razão e as certezas legítimas da Sabedoria (sempre em Deus)
Há um ceticismo que é negativo, pois superestima a dúvida, que tem o seu valor, mas dentro de certos limites, dado que não faz sentido sempre duvidar de tudo como se na vida só houvesse incertezas. A vida humana concreta exige um mínimo de certeza e qualquer pessoa, até o mais cético dos céticos, possuiContinuar lendo “O ceticismo sem razão e as certezas legítimas da Sabedoria (sempre em Deus)”
“Era Moderna”, queda da “Babilônia” e triunfo do Imaculado Coração de Maria
Em nosso tempo, a queda da “Babilônia” mencionada nas Escrituras significa em parte a queda da “Era Moderna” e das “sociedades modernas”. Quando ela atingir o ápice de suas perversidades ante os olhos de Deus, então entrará em ruínas, como um castelo de areia. A grandeza de suas perversões significa o predomínio do diabólico emContinuar lendo ““Era Moderna”, queda da “Babilônia” e triunfo do Imaculado Coração de Maria”
Santo Agostinho: onde não buscar a verdadeira religião
Palavras de Santo Agostinho, de valor para todos os tempos, em seu escrito “A Verdadeira Religião”: “Seja qual for a intenção dos filósofos, qualquer pessoa pode facilmente compreender que não se há de buscar a religião junto dos que, participando dos mesmos mistérios sagrados com o povo, abertamente expõem em suas escolas opiniões diferentes eContinuar lendo “Santo Agostinho: onde não buscar a verdadeira religião”
Por que há o ser e não o nada?
O dado mais elementar de todas as experiências humanas é a presença do ser. Negar a presença do ser é negar o inegável, pois quem nega isto mostra que algo há, no caso a pessoa que nega e sua negação. Uma questão importante é: Por que há o ser e não o nada? Uma respostaContinuar lendo “Por que há o ser e não o nada?”
Porque Cristo é o mesmo ontem, hoje e sempre, todo católico deve permanecer na Tradição
Por experiência, o tempo é vivenciado pelo homem como um misto de duração e sucessão, como uma sequência de anterior e posterior, como passado, presente e futuro. O movimento dos fatos históricos não é necessariamente evolutivo, um contínuo progresso, em que o posterior é sempre superior ao anterior. Assim, é enganoso medir o valor deContinuar lendo “Porque Cristo é o mesmo ontem, hoje e sempre, todo católico deve permanecer na Tradição”
O precursor e o Salvador, amigos que amam as mesma coisas e detestam as mesmas coisas
São João Batista é aquele que vem para “aplainar as estradas”, “endireitar o caminho” do prometido Salvador, é aquele que diz quem de fato é o Cristo, no duplo sentido de saber qual homem concreto é o Cristo e o que significa ser o Cristo. Assim, a respeito do divino Jesus, o príncipe dos profetasContinuar lendo “O precursor e o Salvador, amigos que amam as mesma coisas e detestam as mesmas coisas”
Há apenas um verdadeiro Evangelho, assim como há apenas um verdadeiro Cristo
Como ensina São Paulo, há apenas um Evangelho de Cristo, o que significa que há uma multiplicidade ilegítima, consequentemente inaceitável. Porém, há uma multiplicidade legítima, que é a multiplicidade das verdades nele contidas, em razão de sua inesgotabilidade para a mente humana limitada em seu poder, dado que não é uma mente onipotente como aContinuar lendo “Há apenas um verdadeiro Evangelho, assim como há apenas um verdadeiro Cristo”
O homem: pouco menor que os anjos e maior que o universo
Na cosmovisão materialista, o homem é insignificante ante a grandeza do universo. Como mostra o dilúvio de água na época de Noé e a chuva de fogo em Sodoma, o que pode o homem quando gigantes da natureza lhe atingem? Terremotos, tempestades, astros celestes, bomba nuclear: inúmeras mortes e grande destruição. Porém, na cosmovisãoContinuar lendo “O homem: pouco menor que os anjos e maior que o universo”
