O tema do testemunho é o tema do conhecimento. Todo testemunho é testemunho de algo e significa saber por percepção direta, por certa presença mesma da coisa conhecida. Assim, se vi algo, sou testemunha do que vi; e, se digo isso a alguém, meu testemunho é verdadeiro enquanto a coisa testemunhada é real e realmenteContinuar lendo “A boa notícia do anjo do Senhor: “hoje vos nasceu, na Cidade de Davi, um Salvador, que é o Cristo Senhor””
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São João Batista era um homem de Deus e o divino Jesus é o homem-Deus
Jesus, assim como João Batista, quis ter discípulos e batizar pessoas. Por quê? Se a vontade está para o bem, que é seu objeto próprio, como diz Santo Tomás, então há algo de bom no “ser discípulo” e no “ser batizado”. Todo discípulo é discípulo de algum mestre, ou é aprendiz de algum professor, deContinuar lendo “São João Batista era um homem de Deus e o divino Jesus é o homem-Deus”
Importa que ele cresça e que eu diminua
Na Sagrada Escritura é dito: “Em seguida, foi Jesus com os seus discípulos para os campos da Judeia, e ali se deteve com eles, e batizava. Também João batizava em Enon, perto de Salim, porque havia ali muita água, e muitos vinham e eram batizados. Pois João ainda não tinha sido lançado no cárcere. Ora,Continuar lendo “Importa que ele cresça e que eu diminua”
A unidade é própria da essência
Pelo princípio de não contradição, que afirma a impossibilidade absoluta do ser e não-ser simultâneos sob o mesmo aspecto, todo ser exige um mínimo de unidade essencial, e neste sentido todo ser é um. A relação só há no ser, em oposição ao nada, e é pluralidade que exige a unidade, pois toda pluralidade (ouContinuar lendo “A unidade é própria da essência”
Princípio: o sentido certo da Sagrada Escritura e os resultados certos da ciência
Em certo sentido, princípio corresponde ao que deve ser. Como ensinam alguns estudiosos, um princípio evidente na relação entre as afirmações da Sagrada Escritura e as afirmações da ciência é que o confronto deve ser entre o sentido certo da Escritura e os resultados certos da ciência. Para que prevaleça a verdade, o bem da inteligência, fundamentalContinuar lendo “Princípio: o sentido certo da Sagrada Escritura e os resultados certos da ciência”
Vida humana: razão prática e sabedoria dos justos
O livro de Provérbios pode ser entendido como um livro de sabedoria prática para a vida humana em suas circunstâncias, segundo a ordem objetiva dos bens e valores. Nele é dito: “Guarda, filho meu, os preceitos de teu pai, não desprezes o ensinamento de tua mãe. Traze-os constantemente ligados ao teu coração e presos aoContinuar lendo “Vida humana: razão prática e sabedoria dos justos”
Não desprezes o ensinamento de tua Mãe
Em Provérbios (6,20-22) é dito: “Guarda, filho meu, os preceitos de teu pai, não desprezes o ensinamento de tua mãe. Traze-os constantemente ligados ao teu coração e presos ao teu pescoço. Eles te servirão de guia ao caminhares…”. O preceito diz o bem e o mal, enquanto diz o devido e o proibido. Ora, oContinuar lendo “Não desprezes o ensinamento de tua Mãe”
A verdade inegável
Por diferentes razões se pode afirmar com razão que a verdade existe realmente e que, consequentemente, toda negação desse elemento básico da vida humana é falsa e maléfica. Primeiro, a partir da experiência de coisas óbvias. Dois exemplos. A experiencia da mentira, seja como algo feito ou recebido, é comum na vida social, ao pontoContinuar lendo “A verdade inegável”
A certeza de que as Escrituras são divinas pela certeza da autoridade (da Igreja Católica)
A Sagrada Escritura, tal como existe, nasce da Igreja Católica, dentro de sua Tradição, e por ela foi reconhecida como inspirada pelo Espírito da Verdade. As escrituras divinas são por si mesmas palavra de Deus escrita, isenta de engano, para a salvação pela obediência à verdade conhecida. Porém, sua inspiração não é evidente para aContinuar lendo “A certeza de que as Escrituras são divinas pela certeza da autoridade (da Igreja Católica)”
A verdade, a salvação e a disposição de mudar
Cristo disse: “Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado, porque não crê no nome do Filho único de Deus. Ora, este é o julgamento: a luz veio ao mundo, mas os homens amaram mais as trevas do que a luz, pois as suas obras eram más. Porquanto todo aqueleContinuar lendo “A verdade, a salvação e a disposição de mudar”
