“Que alguns sejam salvos é dom daquele que salva; que alguns ao contrário se percam é culpa dos que se perdem”

No livro dos Atos dos Apóstolos (13, 44-45) é dito que os judeus, ante a multidão dos que se reuniram para ouvir a palavra de Deus dita por Paulo e Barnabé, fizeram-lhe uma oposição cheia de blasfêmias, movidos por inveja.

Como ordem de Deus, a divina palavra da salvação deveria ser anunciada primeiro aos judeus, porque era o povo eleito da antiga aliança, descendentes de Abraão, agraciados com a promessa do Messias. Porém, após a rejeição desses judeus, Paulo e Barnabé se dirigiram aos pagãos, para os quais o Evangelho da vida eterna também deveria ser anunciado. Para esses judeus vale aquilo que é dito por Santo Agostinho: “O Deus que te criou sem ti, não te salvará sem ti”.

É dito dos pagãos que “todos os que eram destinados à vida eterna, abraçaram a fé”. Como ensina a Escritura, Deus quer a salvação para todos, de modo que não predestina ninguém à maldade moral e ao inferno eterno que ela conduz, porque isto seria contrário à sua Bondade. A este respeito, por exemplo, no Sínodo de Quercy (853 d.C.) é dito: “Deus onipotente “quer que todos os homens” sem exceção “se tornem salvos” (1Tm 2,4), embora nem todos sejam salvos. Que alguns sejam salvos é dom daquele que salva; que alguns ao contrário se percam é culpa dos que se perdem”.

O homem como pessoa pode buscar a verdade, reconhecer e conhecer verdades

O desejo pela verdade é um desejo pela realidade objetiva, por saber as coisas como elas realmente são. Como diz o filósofo Dietrich von Hildebrand: “O homem como pessoa é o único ser “desperto”: todas as outras formas que encontramos na natureza estão ‘adormecidas’, por assim dizer.  Elas apenas ‘sofrem’ o ser.  Somente o homem como pessoa pode buscar a verdade, reconhecer e conhecer verdades”.

Isto inclui as realidades objetivas da fé. A fé é subjetiva enquanto ato de uma pessoa, mas as realidades da fé são objetivas, presenças reais na verdadeira realidade. Cristo é uma realidade objetiva, verdadeiro homem e verdadeiro Deus, e suas palavras correspondem a realidade objetivas, sem ilusões.

O subjetivismo, com seu cada cabeça uma sentença, cada vontade um preferência e cada coração um sentimento, é um inimigo da verdade, portanto também da fé. A fé verdadeira, enquanto divina revelação, é um modo de conhecimento imperfeito de realidades objetivas perfeitamente conhecidas por Deus, e é um “eu creio” junto com um “nós cremos”, em razão da unidade da realidade, que é antes de tudo a unidade absoluta do próprio Deus.

A este respeito, pode-se considerar o que o divino Mestre disse aos seus discípulos: “Não se perturbe o vosso coração. Tendes fé em Deus, tende fé em mim também. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fosse, eu vos teria dito” (Jo 14,1). Quer dizer, Cristo sempre diz a verdade, não se engana nem engana ninguém, de tal modo que diz as coisas como elas são. Ele jamais fez o que diz o profeta Isaías: “Ai daqueles que ao mal chamam bem, e ao bem, mal, que mudam as trevas em luz e a luz em trevas, que tornam doce o que é amargo, e amargo o que é doce!” (Is 5,20).  Esse é um motivo objetivo para confiar nele, que é um com o Pai, e não há motivos objetivos para desconfiança. Assim, Ele disse: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vai ao Pai sena por mim”. (Jo 14,6)

“Exortou a todos para que permanecessem fiéis ao Senhor, com firmeza de coração”

Como se vê em Atos, fé e conversão sempre foram realidades importantes na Igreja de Cristo, o que corresponde às palavras que Ela disse: “Convertei-vos e crede no Evangelho” (Mc 1,15) e “quem crer e for batizado será salvo” (Mc 1,15). Porém, não qualquer fé, e sim a fé obediente e perseverante antes seus adversários. A este respeito é dito que Barnabé “exortou a todos para que permanecessem fiéis ao Senhor, com firmeza de coração” (At 11,23).

Foi em Antioquia que pela primeira vez os discípulos foram chamados de cristãos, nome que não rejeitaram, porque correspondia ao que realmente eram: seguidores de Jesus Cristo “Caminho, Verdade e Vida”, Deus e Senhor, o Salvador.

Assim como é dito no Salmo 86 que “o Senhor ama a cidade que fundou no Monte Santo”, pode-se dizer que Ele ama a Igreja que fundou, a qual prometeu amparar e acompanhar em seu amor onipotente. A Igreja de Cristo, o Corpo Místico, é indestrutível e imparável, seu coração pulsante é imortal. Cristo ensinou que as obras que Ele fazia em nome do Pai era motivo para crer que Ele era o Messias, que Ele era o que dizia ser. A este respeito ele disse a certos judeus: “vós, porém, não acreditais, porque não sois das minhas ovelhas. As minhas ovelhas escutam a minha voz, eu as conheço e elas me seguem” (Jo 10,26). Isto equivale a dizer que aqueles judeus que não acreditavam, mesmo com as obras diante de seus olhos, não eram da verdade, pois Cristo disse a Pilatos: “Quem é da verdade ouve minha voz” (Jo 18,37).

“Sim, é bom o Senhor e nosso Deus, sua bondade perdura para sempre”

O verdadeiro Deus é providente e tudo está submetido à sua Providência onipotente. Deus age na escala da eternidade, com inteligência simultânea de todas as coisas. É desde a eternidade que Ele exerce sua justiça e sua misericórdia. Em sua providencia Ele fala aos homens, ensina o que é verdadeiro e benéfico. Pode fazê-lo de vários modos, entre eles por meio de seus profetas ou apóstolos. Assim, por exemplo, no livro de Atos é dito por São Paulo: “”Era preciso anunciar a palavra de Deus primeiro a vós. Mas, como a rejeitais e vos considerais indignos da vida eterna, sabei que vamos dirigir-nos aos pagãos. Porque esta é a ordem que o Senhor nos deu: ‘Eu te coloquei como luz para as nações, para que leves a salvação até os confins da terra’”. (At 13,46-47)

Que Deus é Bom, o Bem fonte de todo bem, de modo imutável e totalmente perfeito, não há dúvidas, e este é o ensinamento da Escritura divina, quando diz: “Sim, é bom o Senhor e nosso Deus, sua bondade perdura para sempre, seu amor é fiel eternamente!” (Salmo 99)

O novo Povo de Deus, que é a Igreja edificada sobre Pedro, é como um rebanho de Cristo, que é o Bom Pastor. O Bom Pastor é um bem para objetivo para a ovelhas, que são melhores com ele e têm uma vida melhor com ele. O Bom Pastor é perfeito em seu pastoreio, conhece e ama suas ovelhas, e nesse amor potente seu efeito de bondade é imperecível, porque lhes é dada “a vida eterna e jamais perecerão”. Felizes são a ovelhas do Bom Pastor, que escutam sua voz de sabedoria e o seguem pelo caminho da verdade, com fidelidade à graça divina.   

Paulo “abandonou a infidelidade e as perseguições ao cristianismo devido às preces de santo Estêvão”

A conversão de Saulo, assim como todas as conversões, é obra da graça divina, da divina Misericórdia, que distribui suas bondades entre os homens, tirando-lhes da miséria, fazendo-lhes passar do mal e o pior para o bem e o melhor. Saulo foi convertido por Cristo da maldade para a bondade, das trevas para a luz, para também exercer uma missão grandiosa e sofrer heroicamente pelo Evangelho.

Sobre a conversão de São Paulo, Deus Pai disse à Santa Catarina de Sena: “A boa ação praticada em pecado mortal não merece o céu, mas é paga por Minha justiça. Às vezes, darei bens materiais; outras vezes, como já disse antes ao tratar deste assunto, dou uma vida mais longa para que possa o pecador emendar-se; outras ainda, concedo a vida da graça pelos merecimentos de algum Meu servidor. Foi o que fiz no glorioso apóstolo Paulo, que abandonou a infidelidade e as perseguições ao cristianismo devido às preces de santo Estêvão (At 7,60). Como vês, qualquer que seja seu estado de vida, ninguém deve deixar de fazer o bem”.

Então foi pela prece de Santo Estevão que São Paulo Apóstolo recebeu a graça da conversão. Pelos merecimentos de servo fiel, as preces de Santo Estevão, o primeiro mártir cristão, como que moveu a graça em direção a Saulo perseguidor e inimigo de Cristo, e assim, depois da ação eficaz da Misericórdia Divina, tornou-se um grande amigo de Cristo, um grande santo e anunciador do Evangelho da vida eterna. Para São Paulo vale o que é dito no Salmo 116: “Cantai louvores ao Senhor, todas as gentes, povos todos, festejai-o! Pois comprovado é seu amor para conosco, para sempre ele é fiel!”.

Oração a São José, padroeiro dos trabalhadores

ORAÇÃO A SÃO JOSÉ (DO PAPA SÃO PIO X)

Glorioso São José, modelo de todos os que se dedicam ao trabalho, obtende-me a graça de trabalhar com espírito de penitência para expiação de meus numerosos pecados;

De trabalhar com consciência, pondo o culto do dever acima de minhas inclinações;

De trabalhar com recolhimento e alegria, olhando como uma honra empregar e desenvolver pelo trabalho os dons recebidos de Deus;

De trabalhar com ordem, paz, moderação e paciência, sem nunca recuar perante o cansaço e as dificuldades;

De trabalhar, sobretudo com pureza de intenção e com desapego de mim mesmo, tendo sempre diante dos olhos a morte e a conta que deverei dar do tempo perdido, dos talentos inutilizados, do bem omitido e da vã complacência nos sucessos, tão funesta à obra de Deus!

Tudo por Jesus, tudo por Maria, tudo à vossa imitação, oh! Patriarca São José! Tal será a minha divisa na vida e na morte. Amém.

“Dai graças ao Senhor, porque ele é bom! Eterna é a sua misericórdia!”

Como Deus é a própria Bondade, o Bem fonte de todo bem, Ele é amável por si mesmo, e assim Santa Teresa D’Ávila diz “ama-o como ele merece, bondade imensa”, e é amável como bem objetivo para a pessoa humana, enquanto Sumo Bem que só pode ser o Fim último do homem, como Supremo Bem que ele pode possuir e acima do qual não pode haver nada melhor.

O Salmo ensina: “Dai graças ao Senhor, porque ele é bom! Eterna é a sua misericórdia”. A gratidão está para um bem objetivo recebido, é uma resposta pela posse de um bem objetivo que nos foi concedido. O filósofo Dietrich von Hildebrand diz: “A gratidão é uma das atitudes moralmente nobres básicas; ela é sempre dotada de um alto valor moral, e a ingratidão é algo especialmente baixo moralmente”. Na sua relação com Deus, na verdadeira religião, a gratidão deve ser uma atitude básica do homem, moralmente importante, um dever de bondade moral. Uma das consequências negativas do ateísmo, além de ser falso, é a maldade moral que nele frutifica e a bondade moral que ele impede, a exemplo do impedimento da devida gratidão a Deus, o Bem fonte de todos os bens.

Cristo, que é Deus, concedeu inúmeros bens objetivos aos seus discípulos, especialmente a dádiva do Espírito Santo, entre outras coisas para o êxito frutuoso de sua missão apostólica pela Igreja Militante.

Deus é a Verdade e se importa sempre com o verdadeiro

Conforme as palavras de São Pedro no dia de Pentecostes, totalmente inspiradas pelo Espírito da Verdade, Cristo foi destinado em primeiro lugar aos israelitas, que o entregaram e o rejeitaram diante de Pilatos, preferindo um assassino como Barrabás em seu lugar. Esses israelitas, liderados por seus chefes religiosos de mente obscurecida, mataram o autor da vida, mas Ele foi glorificado pelo Deus de Abraão, de Isaac, de Jacó, que o ressuscitou ao terceiro dia para uma vida imortal, com corpo glorioso, para ser o primeiro entre muitos de seus irmãos feitos filhos adotivos de Deus pelo santo batismo.

Para mostrar que ressuscitou de verdade, Jesus come diante dos discípulos o pedaço de peixe assado que lhe deram. Ao comer um peixe verdadeiro, Jesus se mostra verdadeiramente vivo, em corpo verdadeiro, após verdadeira morte, porque verdadeiramente ressuscitou pelo poder onipotente do verdadeiro Deus, cumprindo assim palavras proféticas das Escrituras a seu respeito, como o que está escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos. Deus é a Verdade e se importa sempre com o verdadeiro, e não sem razão Cristo disse: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”.

Com o seu divino poder, Jesus ressuscitado abriu a inteligência dos discípulos para entenderem as Escrituras quanto ao verdadeiro sentido de certas profecias e de como se cumpririam, conforme os desígnios da Sabedoria onipotente. Enquanto feitas pela Verdade, as Escrituras Sagradas foram feitas para ser entendidas em seus verdadeiros sentidos, aqueles queridos por Deus, nos quais estão suas verdades. São palavras da Inteligência criadora para a inteligência criada, da Bondade infinita para a posse do bem eterno por parte do homem. A este respeito pode-se considerar, por exemplo, o que é dito no Salmo 8: “Ó Senhor nosso Deus, que é o homem para dele assim vos lembrardes e o tratardes com tanto carinho? Pouco abaixo dos anjos o fizestes, coroando-o de glória e esplendor”.

Não é possível haver contradição entre o conhecimento da Revelação e o conhecimento natural

O Salmo 52 ensina: “Diz o insensato em seu coração: “Não há Deus””.

Contrário aos enganos da falsa sabedoria mundana, não é imprudente crer nas verdades reveladas da fé católica, porque não há nada que seja absolutamente verdadeiro e, enquanto tal, se oponha a elas, além de haver motivos de credibilidade a seu favor, como os milagres, sinais e prodígios que as envolvem nos mais de dois mil anos de história da Igreja. Santo Tomás de Aquino ensina que não é possível haver contradição entre o conhecimento da Revelação e o conhecimento natural. Nesta mesma linha, o filósofo Dietrich von Hildebrand diz: “(…) Se a Revelação e a razão natural representam dois caminhos distintos para a verdade, existe ainda objetivamente apenas uma Verdade, que não pode ser contraditória consigo mesma”.

Pelo que é dito na Sagrada Escritura, Pedro fala do Cristo ressuscitado como testemunha, porque o viu morto com morte verdadeira, e depois o viu vivo, como verdadeiro homem corporal com vida verdadeira. A verdade da Revelação pressupõe implicitamente verdades naturais que a razão humana pode alcançar, como o evidente princípio de não contradição. Este está presente no fato da Ressureição, pois Jesus só pôde ter ressuscitado no sentido em que deve ser entendido como dogma da fé se ele de fato morreu, dado que se estivesse sempre vivo não seria possível voltar a viver. A ressureição é necessariamente para os mortos, porque nada pode estar vivo e morto ao mesmo tempo sob o mesmo aspecto. Se a fé ensinasse que Jesus ressuscitou sem ter morrido, não mereceria crédito, pois seria algo sem sentido pela razão que vê a realidade em suas possibilidades, impossibilidades e necessidades, a partir do princípio de não contradição.

Este tipo de consideração razoável é, por exemplo, parte importante do modo de consideração da filosofia e da teologia de Santo Tomás de Aquino, modelo de filósofo, que tende para a Sabedoria pelo exercício da razão, e modelo de teólogo, que entre outras coisas trabalha para contribuir com a inteligência das verdades reveladas. Por exemplo, em seu “Compêndio de Teologia”, na demonstração da imutabilidade de Deus, ele diz: “Disto aparece que necessariamente Deus, que move todas as coisas, é imóvel. (…) O primeiro sem dúvida não é possível. Porque, com efeito, tudo o que se move está, enquanto tal, em potência; ora, o que move está em ato; se segundo o mesmo fosse motor e movido, seria necessário que segundo o mesmo estivesse em potência e em ato: o que é impossível”.    

“No dia de Pentecostes, Pedro de pé… levantou a voz e falou à multidão”

É significativo que, após o fato de Pentecostes e da fala dos discípulos em outras línguas, tenha sido Pedro o primeiro a levantar a voz e falar à multidão. Se, corretamente entendido, a Igreja militante nasce em Pentecostes, animada pelo Espírito Divino, nesse nascimento Pedro se destaca por sua pregação cheia de inteligência da obra redentora de Deus, o que de certo modo corresponde às palavras de Cristo no Evangelho: (I) “Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja”; (II) “Apascenta as minhas ovelhas”.

Jesus mandou Pedro apascentar suas ovelhas depois de perguntar-lhe três vezes se o amava, no que em cada uma Pedro disse sim. Se Pedro amava Cristo e se esse amor era aceito por Ele como verdadeiro, isto quer dizer que esse amor era cheio de verdadeira consciência, com inteligência iluminada, de modo que Pedro amava Cristo como “caminho, verdade e vida”. O Apóstolo amava o Cristo-Verdade e suas verdades de vida eterna, e nesse espírito deveria conduzir paternalmente a Santa Igreja de Cristo. O amor de Pedro por Jesus, o homem-Deus, o Messias profetizado, inclui certo zelo apostólico, que por sua vez inclui o necessário zelo pela verdade, no sentido de ensinar e confirmar os membros da Igreja na verdadeira fé, necessária para a salvação eterna.

O filósofo Dietrich von Hildebrand diz: “(…) Na esfera religiosa, a coisa de maior valor, aquilo que mais glorifica a Deus, é estar na verdade, possuir a verdadeira Fé”. Sobre a missão da Igreja, ele diz: “Seu objetivo é que todos os homens encontrem o caminho para a verdade e para a felicidade eterna”. Isto corresponde ao que é dito no Salmo 15: “Vós me ensinais vosso caminho para a vida; junto a vós, felicidade sem limites, delícia eterna e alegria ao vosso lado!”. A este respeito, Cristo disse a seus Apóstolos: “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado” (Marcos 16,15-16). Por essas palavras se vê a importância decisiva que a verdadeira fé, que a fé na verdadeira revelação de Cristo possui.

Na pregação no dia de Pentecostes, São Pedro diz verdades importantes sobre Jesus, como homem querido por Deus, realidade mostrada pelos “milagres, prodígios e sinais” que realizou. Entre tais verdades estão a realidade de sua Paixão, de sua Ressureição, de sua exaltação gloriosa à direita de Deus e o derramamento do Espírito Santo em seus discípulos. Tudo isso é parte importantíssima do verdadeiro Evangelho e, como diz São Paulo Apóstolo, que seja anátema a quem pregar outro evangelho, que só pode ser doutrina de demônios ou fábula humana.