“Venha o teu Reino Eucarístico, ó Jesus!”

Como parte de seus desígnios de salvação, no lugar da Antiga Aliança, restrita ao povo Hebreu, Deus instaurou o Povo da Nova e Eterna Aliança, o Povo do Novo Adão e da Nova Eva, sua Igreja Católica, enviada para todas as nações, aberta a todos os homens que queiram a salvação eterna, destinada a se espalhar por toda a terra até a consumação dos séculos.

Se vivemos no tempo do “julgamento das nações”, dia de justiça divina para o mundo inundado de maldade, até mesmo na casa de Deus, isto significa um mundo em ruínas, o fim de uma Era que dará lugar a outra, a Era do Triunfo do Imaculado Coração, o Reino Eucarístico. No século passado, um sacerdote e místico católico, Dolindo Ruotolo, disse sobre este reino que virá:

“Como o mundo seria diferente se, em todas as almas, reinasse a graça que reconcilia com Deus e o dom que nos torna uma só coisa com Jesus Cristo!

Quão serena a terra seria – como esperamos com firmeza que um dia será – quando, de um extremo ao outro, Jesus Cristo, fonte de paz e de amor, reinar do alto do trono eucarístico!

Que fisionomia diversa terão as nações que, não mais pacificadas por efêmeros tratados de paz, serão unidas e pacificadas como um só corpo na Comunhão eucarística!

Que caridade arderá entre todos os homens – atualmente cegos pelos egoísmo, pelo orgulho e pela violência – no dia em que se sentirem todos irmanados na mesma mesa eucarística, sem distinção de nação ou de raça; como peregrinos mortais que caminham pela mesma estrada de exílio e bebem como pombas na mesma fonte, para em seguida, um depois do outro, alçarem o vôo em direção ao monte da paz eterna, como águias atraídas pelo desejo das alturas!

Venha o teu reino eucarístico, ó Jesus! Venha e nos torne pasmos de amor, pois o teu amor ao doar-se não tem fronteiras e, ao vivificar-nos, não possui limites! Venha o teu reino eucarístico, pois somente então resplenderá no mundo a luz da glória de Deus e a luz da paz entre os homens; a felicidade de amar sobrenaturalmente e o fulgor das esperanças eternas e imortais!”

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