O Filho único da Pai e a sabedoria da salvação

Cristo disse: “Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado, porque não crê no nome do Filho único de Deus”. Eis o motivo da condenação para os condenados, segundo o próprio Cristo. A fé verdadeira é sabedoria da salvação. Crer em Cristo, em seu nome, isto é, em quem EleContinuar lendo “O Filho único da Pai e a sabedoria da salvação”

“Não fazemos o que sabemos, sem querermos”

Cristo disse: “Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado” (Marcos 16,16). A salvação é a vida eterna em Deus, o Sumo Bem, e a condenação é o inferno perpétuo, o sofrimento sem fim pela privação do mesmo Deus, que foi preterido pela alma condena ao preferir bens inferiores, noContinuar lendo ““Não fazemos o que sabemos, sem querermos””

“O tempo é um tesouro que só se acha nesta vida… nem no céu, nem no inferno”

“Diligência, meu filho, — diz o Espírito Santo, —  em empregar bem o tempo, porque é a coisa mais preciosa, riquíssimo dom que Deus concede ao homem mortal. Até os próprios gentios tinham conhecimento de seu valor. Sêneca dizia que nada pode equivaler ao valor do tempo. Com maior estimação ainda o apreciaram os Santos. AfirmaContinuar lendo ““O tempo é um tesouro que só se acha nesta vida… nem no céu, nem no inferno””

“Quem não crer será condenado”

Cristo disse: “Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado” (Marcos 16,16). Com relação à verdadeira fé divina, podem ser considerados os seguintes pontos importantes: (I) A GRAÇA DA FÉ, enquanto dom que vem de Deus, enquanto virtude sobrenatural infundida por Deus, o qual é a fonte de todos osContinuar lendo ““Quem não crer será condenado””

“Pés pressurosos em correr ao mal”

Em Provérbios (6,16-19) é dito que Deus detesta “pés pressurosos em correr ao mal”. Princípio, em sentido elevado na ordem do ser, é aquilo que é necessário, enquanto algo que não pode ser de outro modo, e absoluto, enquanto algo que, pelo menos sob algum aspecto, é não dependente (ou relativo). Um princípio moral fundamental,Continuar lendo ““Pés pressurosos em correr ao mal””

“Guarda tua língua do mal, e teus lábios das palavras enganosas”

Em Provérbios é dito: “Seis coisas há que o Senhor odeia e uma sétima que lhe é uma abominação: olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, um coração que maquina projetos perversos, pés pressurosos em correr ao mal, um falso testemunho que profere mentiras e aquele que semeia discórdias entre irmãos”. (6,16-19) LínguaContinuar lendo ““Guarda tua língua do mal, e teus lábios das palavras enganosas””

Eis uma verdade absoluta: nada pode causar a si mesmo

Eis uma verdade absoluta: nada pode causar a si mesmo. Isto equivale a dizer que nada pode ser efeito de si mesmo. Uma razão simples que exige reconhecê-lo. Para algo causar a si mesmo seria necessário existir antes de existir, sob o mesmo aspecto, o que é impossível, por haver nisto autocontradição; e o queContinuar lendo “Eis uma verdade absoluta: nada pode causar a si mesmo”

Verdadeira consciência e “esquecimento de si”

No livro “Nossa Transformação em Cristo”, o filósofo católico Dietrich von Hildebrand, observa que na vida cristã, no processo interior de transformação em Cristo, é importante o exercício da verdadeira consciência, em oposição às espécies de falsa consciência, perversões que são obstáculos para a posse de bens objetivos relevantes. A falsa consciência, enquanto perniciosa, podeContinuar lendo “Verdadeira consciência e “esquecimento de si””