A verdade e a certeza são superiores à opinião, porque significam mais perfeição para a mente humana

Diz um filósofo que “a opinião é um assentimento da nossa mente sobre coisas contingentes, que podem ser e podem não ser”.

Por haver nela um grau de incerteza, consequentemente um grau de ignorância, a opinião exclui a certeza absoluta e a certeza absoluta exclui a opinião. Porque nem tudo é contingente e no homem vivente não reina a ignorância absoluta, nem tudo é opinável, nem tudo é mera questão de opinião. Inegavelmente, a verdade e a certeza são superiores à opinião, porque significam mais perfeição para a consciência humana, que é uma potência feita para conhecer. A mente humana, enquanto mistura de atualidade e possibilidade, é aperfeiçoada na verdade e na certeza, sendo para ela a opinião uma vida inferior. Por esta e por outras, pode-se dizer que a verdade e a certeza são dois valores importantes da vida humana, para a vida da consciência.

Não podem ser consideradas mera opinião que um “círculo quadrado é absolutamente impossível”, que “a todo consequente corresponde necessariamente um antecedente”, que “o que faz é superior ao que é feito”, que “existe verdades absolutas”. Enquanto realidades imateriais percebidas pela inteligência, quanto à elas há certeza, estão acima de qualquer dúvida razoável.

Em sua “Suma contra os gentios”, Santo Tomás de Aquino diz: “Com efeito, aperfeiçoa-se a alma humana pela ciência e pela virtude, pois, pela ciência, tanto mais é aperfeiçoada quanto mais considera as coisas imateriais, e a perfeição da virtude consiste em o homem não seguir as paixões corpóreas, mas em refreá-las e temperá-las pela razão”.

A Igreja de Cristo não pode ser protestante, porque pelos seus frutos negativos não é algo feito otimamente, como é próprio do Sumo Bem

Em sua “Suma contra os gentios”, Santo Tomás de Aquino diz: “Como é próprio do bem fazer o bem, é também próprio do sumo bem fazer o ótimo. Ora, Deus é o sumo bem”.

Como Cristo é verdadeiro Deus e verdadeiro homem, a Sabedoria Divina encarnada, a Igreja de Cristo, da qual Ele mesmo falou com São Pedro, é a Igreja de Deus, uma de suas obras, algo que Ele fez. É próprio de Deus, como Sumo Bem, fazer o ótimo, e isto vale para a Igreja feita por Ele.

Uma coisa é o que Deus fez otimamente, com lhe é próprio, e outra coisa são as perversões humanas daquilo feito por Deus, consequência da permissão divina do exercício do livre-arbítrio de suas criaturas. Nas permissões divinas há sempre Sabedoria e Bondade, e nelas a Justiça, porque pertencem perfeitamente à Essência de seu Ser Glorioso.

A Igreja de Cristo não pode ser protestante, porque, pelos seus frutos, considerados como tendência natural de seu ser, não é algo feito otimamente. Como mostra a história, entre seus frutos está a multiplicação de seitas e denominações que se dizem cristãs e que trazem consigo inúmeras contradições e confusões, sempre inimigas da verdade, contrárias à unidade na verdade, o que jamais pode ser atribuído a Deus, Ele mesmo a Verdade Eterna. Assim, o protestantismo só pode ser um desvio da ideia divina de Igreja, uma perversão da verdadeira Igreja.

“A Eucaristia é a suprema manifestação do amor de Jesus, depois dela nada há mais senão o Céu”

Santo Agostinho diz o seguinte sobre a Sagrada Eucaristia: “Sendo Deus onipotente, não pode dar mais; sendo sapientíssimo, não soube dar mais; e sendo riquíssimo, não teve mais o que dar”. O Deus da Eucaristia em sentido católico, enquanto Cristo-Eucarístico, presença real da Divindade e humanidade unidas no Deus-homem, corresponde à grandeza infinita do verdadeiro Deus. Nela Deus mostra de modo sublime, com a pedagogia insuperável do Divino Mestre, a Onipotência, a Sabedoria e a Bondade do Criador. Deus pede ao homem que se doe a ele sem reservas porque Ele mesmo se doa sem reservas e para que o homem receba tudo quanto pode receber.

Assim, pelo que há de visível e invisível, contemplar a Sagrada Eucaristia é vislumbrar a grandeza da Onipotência, da Sabedoria e da Bondade de Deus; e dela se alimentar devidamente é poder participar, na medida do possível, dessas realidades, e por isso comunhão, união. Neste sentido, quanto à presença de Cristo na Sagrada Eucaristia, no protestantismo não há verdade nem inteligência, e há negações importantes a respeito do verdadeiro Deus, em suas revelações e em seu caminho de salvação, portanto da verdadeira religião. São Pedro Julião Eymard diz: “A Eucaristia é a suprema manifestação do amor de Jesus, depois dela nada há mais senão o Céu. Contudo, quantos de nós, cristãos, ainda ignoramos a imensa grandeza do amor que está encerrado na Eucaristia.”

Na “Suma contra os gentios”, Santo Tomás de Aquino diz: “(…) como pertence ao sábio considerar principalmente o primeiro princípio e discorrer sobre os outros, pertence-lhe impugnar também o erro contrário. 5. É, pois, mui convenientemente declarado pela boca da Sabedoria o duplo oficio do sábio, no texto supra colocado [Minha boca publicará a verdade e meus lábios odeiam a impiedade” (Pr 8,7)]. Refere-se ele à verdade divina meditada, que por antonomásia é a verdade, quando diz: Minha boca publicará a verdade. Refere-se à impugnação do erro contrário à verdade, quando diz: Os meus lábios odeiam a impiedade. Está aqui designada a falsidade contrária à religião, pois esta também se chama de piedade. Daí a falsidade, que lhe é contrária, assumir para si o nome de impiedade”.

“Em qualquer estado em que se encontre, a alma deve rezar”

“Oh! quão diferente deveria ser esta vida para não se desejar a morte! Como nossa vontade se inclina de modo diverso à vontade de Deus! Quer o Senhor que queiramos a verdade, e queremos a mentira; quer que amemos o eterno, e nos inclinamos ao que acaba; quer que aspiremos às coisas grandes e elevadas, e desejamos as baixas e terrenas; quer que só ponhamos nosso interesse no que é seguro, e gostamos do que é incerto. Parece zombaria, filhas minhas! Supliquemos, pois, a Deus que nos livre destesperigos para sempre, e nos liberte já de todo mal. E ainda que nosso desejo nãoseja perfeito, esforcemo-nos por fazer esta petição. Que nos custa pedir muito, se pedimos ao Onipotente? Mas, para melhor acertarmos, deixemos que conceda conforme a Sua vontade, pois já lhe demos a nossa; e seja para sempre santificado seu nome, nos Céus e na terra, e em mim seja sempre cumprido o seu bem querer. Amém”. (Santa Teresa d’Ávila, em “Caminho de Perfeição”)

“Em qualquer estado em que se encontre, a alma deve rezar. Tem que rezar a alma pura e bela, porque de outra forma perderia a sua beleza; deve rezar a alma que está buscando essa pureza, porque de outra forma não a atingiria; deve rezar a alma recém-convertida, porque de outra forma cairia novamente; deve rezar a alma pecadora, atolada em pecados, para que possa levantar-se. E não existe uma só alma que não tenha a obrigação de rezar, porque toda graça provém da oração” (Santa Faustina, Diário, nº 146).

Se a morte é uma certeza, ela não pode ser a única certeza, pois traz consigo outras certezas

A verdade e a certeza são dois valores importantes da vida humana, da vida da consciência. Uma verdade jamais é a única verdade, e uma certeza jamais é a única certeza. Por exemplo: há quem diga que a única certeza da vida é a morte. Porém, se a morte é uma certeza, ela não pode ser a única certeza, pois traz consigo outras certezas, entre elas as seguintes:

(I) Se para morrer é necessário estar vivo, então pela certeza da morte há a certeza da vida; (II) se existe a morte, então ela é possível, e assim pela certeza da morta há a certeza da possibilidade da morte; (II) se é afirmada a certeza da morte, então há a certeza da consciência da morte naquele que afirma, pois sem está consciência seria impossível esta afirmação; (III) se há a certeza da morte, há a certeza do ser e do não-ser, pois a morte, no sentido considerado, significa uma mudança, uma passagem do ser para o não-ser, do ser vivo para o não-ser vivo, pelo menos quanto ao corpo.

Isto mostra que parte importante da verdadeira consciência crítica, própria da inteligência que na medida de suas possibilidades avalia a verdade e a falsidade de algo, é a consideração das suposições e consequências de uma afirmação ou negação, que possuem com elas conexão necessária, como mostra a realidade e conforme a razão humana pode ver.

São Maximiliano Kolbe ensina: “A nossa vida é uma preparação para a morte./ Eternidade. Neste breve tempo vale a pena sofrer e trabalhar o mais possível”. E no Evangelho Cristo, Verdade eterna, ensina: “Vigiai, pois, porque não sabeis nem o dia nem a hora” e “O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não passarão”.

A Igreja Católica é indestrutível: depende absolutamente do Deus que a criou e depende relativamente dos homens que a compõem

Santo Tomás de Aquino diz: “Quando uma coisa depende de muitos, também pode ser destruída de muitas maneiras”.

Se o poder que alguém possui depende de muitos, pode ser destruído de muitas maneiras. Nenhum homem é absolutamente poderoso, porque isto é impossível considerado em sua finitude. Todo homem que tem poder é relativamente poderoso, porque pode certas coisas e não pode outras, e naquilo que pode depende sempre de Deus, e, conforme o caso, depende de outros homens ou criaturas. Por exemplo: um rei que depende de seu exército, e este depende de suas armas. Sem o seu exército o rei seria facilmente destruído por seus inimigos assim como seu exército sem armas seria facilmente vencido pelo inimigo armado. Porém, se Deus quiser, um rei sem exército e um exercito sem armas não perecerão ante seus adversários, porque Deus é Onipotente, possui um Poder absoluto que de nada depende, que nada pode impedir. De certo modo, figura disto é o caso de Davi contra Golias.

Porque depende de Deus absolutamente, em tudo e sempre, das criaturas o homem só pode depender relativamente, e se assim for à vontade de Deus. Assim, Deus pode fazer um homem depender de um barco para atravessar o mar como pode fazer este homem andar sobre o mesmo mar sem precisar de um barco.

Embora composta pode vários homens, a Igreja depende antes de tudo do próprio Deus, que prometeu conservá-la por entre as gerações, até a consumação dos séculos. Ela depende absolutamente de Deus e depende relativamente dos homens, todos “servos inúteis”, que sem Cristo nada podem fazer. A Igreja, una e católica, pode sofrer de diferentes maneiras, mas é indestrutível, porque depende da Bondade Onipotente do Criador. Se ela fosse meramente humana, e não possuísse nada de divino, por sua dependência de muitos já teria perecido, pois seria destrutível de muitas maneiras. Ela pode ser dilacerada e diminuída, mas jamais destruída para sempre, porque segue os passos de seu Criador, Aquele é sua Cabeça, a razão de ser de sua existência.   

No Evangelho de São Mateus está escrito: “Disse-lhes Jesus: “E vós quem dizeis que eu sou?” Simão Pedro respondeu: “Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo!”. Jesus, então, lhe disse: “Feliz és, Simão, filho de Jonas, porque não foi a carne nem o sangue que te revelou isto, mas meu Pai que está nos céus. E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela”.

Alguns ensinamentos da Sabedoria da verdadeira religião

Alguns ensinamentos da Sabedoria da verdadeira religião:

“É perda de tempo não cumprir a Vontade de Deus ou não cumpri-la do jeito que Deus quer./ A nossa vida é uma preparação para morte/. Eternidade. Neste breve tempo vale a pena sofrer e trabalhar o mais possível./ Deixa-te conduzir; a Divina Providência governa tudo./ Abandona-te totalmente e em tudo à Divina Providência. O que tu não pode fazer, Deus há de fazê-lo. Deixa-te conduzir./ Quem quer que sejas, qualquer coisa que possua ou possas fazer, tudo o recebes a cada instante das mãos da misericórdia de Deus. Gratidão./ Deixa-te conduzir na paz, na paciência e no amor à Divina Misericórdia./ A graça divina faz tudo, tu deves somente corresponder às graças. Deixa-te conduzir./ Tudo podes por meio da Imaculada. Deixa-te conduzir pela Imaculada./ Deixa-te conduzir por Ela com amor e invoca-a em todas as dificuldades e incertezas/. A Imaculada é instrumento da Misericórdia”. (ensinamentos de São Maximiliano Kolbe. Retirado do livro “Escritos de São Maximiliano Kolbe”)

O que a razão humana não pode por si mesma e o que pode pela Bondade Onipotente

Considerada na totalidade do ser, a razão humana não pode por si mesma conhecer tudo aquilo que pode ser conhecido. A limitação humana, da qual toda pessoa têm experiência, é limitação no ser e no poder, o que inclui limitação no poder-conhecer. Uma coisa que é essencialmente um misto de ser e não-ser e de poder e não-poder, não pode ter uma mente onipotente, uma consciência onisciente.

Porque a razão humana pode e não pode, e porque na consideração sobre si mesma é possível se enganar, ela pode ser subestimada e superestimada. Quando dizem que não pode o que na realidade pode e que não vale o que na realidade vale, é subestimada. Quando dizem que pode o que não realidade não pode e que vale o que na realidade não vale, é superestimada.

Como em sua finitude a razão humana é simultaneamente pode e não-poder, isto está presente necessariamente em sua relação com Deus, em seu modo de ser, como ser infinito existente, e nos modos como pode ser conhecido. Assim, se Deus é o Onipresente Criador de todas as coisas, algo de Deus a razão humana pode naturalmente conhecer; e a este respeito São Paulo Apóstolo diz em suas Carta aos Romanos: “A ira de Deus se manifesta do alto do céu contra toda a impiedade e perversidade dos homens, que pela injustiça aprisionam a verdade. Porquanto o que se pode conhecer de Deus eles o leem em si mesmos, pois Deus lhes revelou com evidência. Desde a criação do mundo, as perfeições invisíveis de Deus, o seu sempiterno poder e divindade, se tornam visíveis à inteligência, por suas obras; de modo que não se podem escusar”.

E se Deus é o Infinito, nem tudo de Deus a razão humana pode naturalmente conhecer; e se Deus é a Bondade Onipotente, a razão humana pode conhecer mais do que poderia por natureza.

Na “Suma contra os gentios”, Santo Tomás ensina: “Porque o homem é homem por causa da razão, é necessário que o bem que lhe é próprio, que é a felicidade, seja segundo a razão./ A felicidade última do homem está na contemplação da verdade. Aliás, essa é única atividade própria do homem , e dela de nenhum modo outro animal participa./ A felicidade última do homem consiste na contemplação da sabedoria, cujo objeto são as coisas divinas”.

Pela vontade da Sabedoria Divina: nas criaturas há a verdade e a bondade de suas essências

Nas criaturas, que compõem o cosmos, há a verdade e a bondade de suas essências, que correspondem à vontade da Sabedoria Divina, e dizem como devem ser, um logos que é simultaneamente lei. Só se pode falar de perversão porque há a verdade e a bondade da essência, pois perverter é de certo modo negar como algo deve-ser, é negar o Criador e sua criação, como se fosse superior a Ele em inteligência.

Isto vale para a Igreja, na verdade e bondade de sua essência e com as possíveis perversões de seu ser ante a liberdade das criaturas espirituais. Diretamente ou indiretamente, por meio de seus instrumentos, é o Cristo-Verdade quem diz o que é a verdadeira Igreja, o que vale como “deve ser sempre assim”, em todas as gerações.

Por exemplo: a Unidade na Verdade pertence à essência da Igreja de Cristo, enquanto ideia divina. Tal unidade exclui a falsidade, que em sua multiplicidade ilegítima significa divisão, como a do reino dividido contra si. Sem esta unidade na verdade, como que uma imitação da Unidade Divina, um eco do Ser Puríssimo, a Igreja não pode subsistir, estaria destinada a perecer. No Evangelho de São Mateus está escrito: “Jesus, porém, penetrando nos seus pensamentos, disse: ‘Todo reino dividido contra si mesmo será destruído. Toda cidade, toda casa dividida contra si mesma não pode subsistir’”.

“No princípio era o Verbo e o Verbo estava junto de Deus e o Verbo era Deus”

O Apóstolo São João ensina: “No princípio era o Verbo e o Verbo estava junto de Deus e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio junto de Deus” (Jo1, 1-2).

Há antes o Ser e não o nada. Este Ser Eterno é o primeiro princípio de tudo que tem um princípio. Enquanto causa total do ser, enquanto causa universal, Ele abarca tudo aquilo que é principiado. Não é possível que haja antes o nada absoluto porque dele nada pode surgir, nada pode principiar. No princípio, desde toda a eternidade, em vez da pura impotência do nada absoluto, há a pura onipotência do Ser Eterno, do Ser Divino. A presença do ser em face do nada absoluto significa uma presença eterna e total; é o Ser eternamente e totalmente presente com tudo o que Ele é ou contém.

Como o princípio é o próprio Deus, porque nada pode haver antes e acima de Deus, em Deus desde sempre houve o Verbo, ele mesmo Divino. Porque não pode haver dois deuses, o Verbo que “estava junto de Deus” significa que Ele está unido a Deus em sua Unidade Absoluta. Assim, o Verbo não é outro “deus”, mas diz respeito à realidade divina mesma em sua vida interior. Como é entendido corretamente no verdadeiro cristianismo, o Verbo é uma das Pessoas Divinas na Essência Divina absolutamente Una, desde sempre em absoluta imutabilidade. O Verbo é o Filho Eterno do Pai Eterno, gerado desde toda a eternidade, na simultaneidade absoluta, sem começo nem fim, dos quais, do mesmo modo, procede a Pessoa Divina do Espírito Santo, o Amor Eterno que une o Pai e o Filho.

O Verbo pode ser dito Sabedoria ou Ciência de Deus. Considerada em si mesmo, a Sabedoria Divina é antes de tudo a Sabedoria que Deus tem de si mesmo. Quando Deus diz para Moisés que seu nome é “Eu sou Aquele que sou”, Deus diz isto porque tem consciência de si, do seu próprio Ser; e o ser de Deus é o próprio Ser. Assim, corretamente compreendido, Deus é como que o Ser em pessoa, o que equivale a dizer que o Ser Puríssimo é a Essência Divina vivente, com Vida Eterna absoluta, na pura onipotência da Sabedoria Onisciente.

“E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos sua glória, a glória que o Filho único recebe do seu Pai, cheio de graça e de verdade”.